Sabe aquela tarde que você não tem nada para fazer e decidi assistir um filme que prenda um pouco a sua atenção? Pois bem, é para esses momentos que eu recomendo A Garota do Livro. Não vou criar falsas expectativas em vocês e dizer que essa resenha fará inúmeros elogios ao filme, mas também posso adiantar que ele não é de todo ruim. 
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Alice Harvey (Emily VanCamp), de 28 anos, é uma assistente de uma editora de livros, e sonha em ser escritora. Filha de um poderoso agente literário de Nova York, ela vai ser obrigada a enfrentar dolorosos acontecimentos de seu passado, ao ser convidada para trabalhar no lançamento de um livro de Milan Daneker (Michael Nyqvist), um antigo cliente de seu pai. A jovem precisará ter forças para enfrentar antigos demônios de sua mente, e quebrar seu bloqueio criativo que a impede de realizar seus desejos.
O filme conta a história de Alice, uma editora de livros que precisa enfrentar os fantasmas do passado após ser obrigada a trabalhar no relançamento de um livro do escritor que foi seu mentor na adolescência. A garota sonhava em ser escritora e para sua (in)felicidade, contou com a ajuda de um dos maiores autores daquele momento, que trabalhava com seu pai e era amigo da família. Além disso, a garota era reservada e possuia um grande distanciamento dos pais.

As cenas são alternadas entre presente e passado, sendo interpretadas por Emily VanCamp (sim, a Emily Thorne de Revenge) na fase adulta de Alice e por Ana Mulvoy Ten na adolescência. Esse foi um dos pontos positivos do filme ao meu ver, já que as atrizes pareceram bater com as idades indicadas na história e tinham uma certa semelhança física.

Porém, ainda falando sobre as atrizes, eu que considerava a Emily uma ótima interprete na série Revenge, passei a considerá-la mediana nesse filme. Ela não é ruim, mas nem de longe é boa o suficiente para o papel. Para mim, erraram na escolha da atriz principal. Ana Mulvoy também teve uma atuação morna, mas compatível com as características de Alice na adolescência. Por conta disso, ela estava ok.


Uma outra coisa que me irritou no filme e que geralmente me irrita em vários dos que eu assisto, é quando um romance começa de uma hora para outra. Eu realmente não consigo sair convencida de que ali houve mesmo amor. O casal se conheceu de uma forma totalmente sem nexo e algumas cenas depois já estavam namorando. Mas, apesar disso, eu achei que aos poucos foi rolando uma química legal entre a Alice e o Emmett (David Call).


O ponto forte do filme foi a história em si que prende o telespectador, embora seja um tanto quanto previsível. O personagem do escritor Milan Daneker (Michael Nyqvist) com quem Alice viveu um passado conturbado, foi bem construído e convincente. Adorei também a relação de amizade entre a protagonista e Sadie (Ali Ahn), sua melhor amiga, que foi bem elaborada e desenvolvida, além de Ali Ahn interpretar muito bem seu papel.

O filme também é bacana para quem gosta de escrever, já que ele mostra quase o tempo todo que o sonho da protagonista é se tornar escritora. Ela sofre de vários bloqueios criativos - nós os conhecemos bem, não é mesmo? - e isso, junto ao seu passado, a impede de escrever. Ver o lugar onde ela trabalha e a forma como os autores são descobertos foi interessante. É um bom filme cheio de falhas.

Um Comentário

  1. Não acho a história atrativa, embora o ar de mistério que muito me atrai, gostei da tua resenha, pretendo ver.
    Charme-se

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